Janeiro 10, 2009

bullshit

[...]

sabe que, às vezes, a gente tem mania de falar besteira?
coisas sem a menor importância, quando re-vistas e analisadas...
aí, você fica pensando, pra que cargas d'águas eu fui me indignar a me incomodar, e pior incomodar outros com algo tão reles...
acho que deve ser, uma dessas coisas de seres humanos.
somos tão imperfeitos e deveríamos assumir isso, parar com essa pretensa mania de querer que tudo se encaixe plenamente.
por isso que vez por outra, dá vontade de ser formiginha! se o primeiro caminho não deu certo, ela dá a volta no cume em vez de discutir, nem fomentar balelas...
pena!

Setembro 11, 2008

Promoção Discípulos do Dr. House


O site
http://dudenews.blogspot.com

está fazendo uma promoção para fãs do Dr. House! :D que sou suuuuuuuuper fã :P

O cara é mal-humorado, arrogante, narcisista e anti-social, mas apesar disso, é capaz de fazer os diagnósticos mais difíceis, num trabalho investigativo pouco convencional dentro da medicina que conhecemos (principalmente no Brasil).
A proposta do concurso cultural é tornar os fãs discípulos do Dr. House. Agora é a sua vez de brincar de fazer diagnósticos. A cada semana, eles vão liberar dicas, que na verdade são os sintomas de uma doença. Os 4 primeiros leitores que fizerem o diagnóstico correto serão os vencedores e levarão como prêmio um exemplar do livro A CIÊNCIA MÉDICA DE HOUSE - A verdade por trás dos diagnósticos da série (The Medical Science of House M.D.), oferecidos pela Editora BestSeller, que está apoiando esta e outras promoções do Dude News!

Estou divulgando e participando! \o/

http://dudenews.blogspot.com

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Setembro 04, 2008

"A imagem é simples
O cheiro embriaga
A saliva é de asfalto
O coração ferve

Em breve de volta?

Setembro 05, 2007

A me justificar...

pedem-me justificativas, motivos, pretensões para ser o que é... mas é meio complicado expressar essa vontade que me deu, de entender "por quês" e "o quês" de nordestinos que eu desconheço... Só sei o que sinto! Lembro-me de quando atinei daquilo... Era uma mistura de sensações tão louca, estava embriagada de luz e maravilhada de sons... Aqueles homens dançavam, pulavam, mostravam caretas, soavam pífanos e zabumbas, lutavam com facões que não tinha quem não se encantasse naquela pequena arena pinhada de pessoas... Exarcebava uma nordestinidade às vezes esquecida, no corre-corre dos dias... Aquilo, era lindo e para alguns desconhecido! Aquilo era o movimento das cabaças...

Março 07, 2007

v e r d e j a r ...



às vezes, a gente não tem a dimensão dos enquadros,
(em que vive)

é, meu irmão, os olhos enganam
(iludem)

depois de um pôr-do-sol é que se vê, que aquilo não é mais
(nunca foi)


mas, depois de ver e não de olhar é que se sente
a grama verdejando na pele parece travesseiro de pluma
quando olhava, não via
(ou via, ao longe)

agora
as imagens se constroem como formigas com folhas nas costas
lentamente, mas, efetivamente

o ver
de


rouba a cena
e faz a linguagem em trânsito suplantar-me em novas perspectivas

_____________________


p.s.: é bom, só ver


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Janeiro 08, 2007

Questiona-me ou questiono-me


Sete desafios, horários perpetrados.
Disciplinar-se o máximo possível.
Cobranças.
Dez fichamentos para uma, vários ensaios e três provas,
mais outras consultáveis ou não.
Multiplicar-se e variar-se eis as questões
(conhece-se a proposta do novo ano).
O disfarce dela se afigura.
Funciona para os que a vêem, não para a mascarada.
Aloca-se entre as folhas, em vertigens de areias e pingos d'água.

Coça a cabeça na volúpia por respostas,
mas só consegue se descabelar.
As palavras saem soltas sem nexos,
os signos sinalizam um (não) saber protuberante.
As mãos tentam escrever sentidos para nortear-se, em vão.
Necessidade cronológica de uma decisão,
afora alguém que oriente essa mente cheia de expectativas
e poucas concretudes.
Dizem que se deve começar pelo fim,
que se deve desvencilhar de certas conceituações.
Renovar-se nos recheados gostos da páginas.
A primeira vista o sabor do papel faz salivar.
O que virá depois, não quer saber,
mas os olhos discutem o bailar das vogais e consoantes.

O passar dos meses enevou-se rápido.
Acha sempre que há um atraso com o tempo
(que está no último lugar da fila).
Sente a nostalgia daquelas caras pintadas de azul, de amarelo
(parecera agora tão mais simples).
Corre de pernas bambas.
Pesquisa o que não entende.
Traga um ar sufocante, parece uma sanguessuga.
Metamorfoses.
Rastros de um passado a fazem parir de uma idéia,
um tanto inebriante.
Inelutável sentimento de sair, para monogra (desa[f]i) ar...
Busca o estar 'outside' como seu cerébro.

:^)

Agosto 26, 2006

A-bra(os)ços

Os braços sempre se abrem para circundar o vazio...
A maresia cheia a flores e folhagens envolventes
Olho na lua cheia feito queijo,
As nuvens escondem as estrelas e as emoções
(que temem a infame opinião dos transeuntes)

Os carros e as lotações gritam: Chore, viva, seja!
A pulsação dos dois corações é tão veraz
Que chega a causar calafrios sinuosos nas pedras
Os rostos desfalecem-se ao contemplarem-se
(sempre, desde de sempre)

A arte dos braços, só é boa quando é de verdade...
Andar de braços dados despreocupados,
Levar leves tapinhas nas costas alegremente,
Ter os braços unindo as ondas imanentes do retorno...
(Abraços)



=**